A Miriam Muñoz, que esteve conosco na Cyan há apenas uns meses, surpreendeu-me a sério! Não tenho bem a certeza do porquê, porque já tinha pensado em algumas peças que fariam lembrar estas, mas há qualquer coisa nelas que me apanhou de surpresa. Chegaram a Cyan no sábado e desde aí tenho pensado nelas – até porque tenho um enorme urso na minha mão direita para me lembrar.
A única explicação é que da mesma forma que os meninos brincam com a Playstation e com carros cada vez melhores, eu acho graça à Blythe e sinto-me realizada com estas peças. Levam-me para um mundo de infância, mas usá-las com a minha idade parece-me mais um exercício de ousadia – digo alto e bom som: sinto-me miúda, estou assustada com o mundo, e este anel traz-me alegria e uns segundinhos de paz cada vez que olho para ele. Pronto!